Não a conheci, Nem sabia que você existia. Só ouvi sua voz depois que você partiu.
Vi você cantando no YouTube, Ouvi você dizer que só queria um amigo. Você já estava à beira do abismo, voz humana em meio a cifrões e interesses.
Você disse na canção que não fazia idéia do por que estar aqui. Você sabia?
Sua canção chocava a hipocrisia, Bebia até a última gota de um delírio Feito de solidão, mistério e de poesia.
Você foi embora, deixou saudade e seus órfãos, os bêbados da cidade. Você partiu, levou sua voz, seu coração E os trejeitos da rebelde juventude.
Você era como um retrato em movimento desta geração que parece ter perdido a esperança de um futuro. Você era, como milhões, aluna da filosofia do beco-sem-saída. Dançando como no olho de um furacão.
O charme sinistro das drogas, indústria do mal, sem rosto, sem moral, iludindo a fome, a sede. O vazio espiritual imposto pela egoísta deusa da razão.
Conheci você de longe, agridoce menina, em sua canção. Você me conquistou com seu desamparo, sua rosa de trapos, suas lágrimas de ouro.
Song to Amy Winehouse
I didn't meet her, Nor she knew that you existed. I only heard her voice after you left.
I saw you singing in YouTube, I heard you say that she only wanted a friend. You were already to the edge of the abyss, human voice in half to money signs and interests.
You said in the song that didn't make idea of the why to be here. Did you know?
Her song shocked the hypocrisy, She drank until the last drop of a delirium Done of solitude, mystery and of poetry.
You left, she left longing and their orphans, the drunks of the city. You left, it took her voice, her heart And the rebel youth's gestures.
You were as a picture in movement of this generation that seems to have lost the hope of a future. You were, as million, student of the philosophy of the alley-without-exit. Dancing as in the eye of a hurricane.
The sinister charm of the drugs, industry of the evil, without face, without morals, deceiving the hunger, the thirst. The emptiness spiritual tax for the selfish person goddess of the reason.
I knew you from a distance, sweet and sour girl, in her song. You conquered me with her abandonment, her rose of rags, their tears of gold.
VENENOS NO AR, NO SOLO, NA ÁGUA E NA MESA: BRASIL, CAMPEÃO MUNDIAL DOS AGROTÓXICOS
Em sua pagina de “Economia & Negócios”, de 7.08.2009, o Estadão online noticiava o Brasil como campeão do mundo na utilização de venenos agrotóxicos – divulgando levantamento encomendado pela ANDEF – Assoc. Nacional de Defesa Vegetal, que representa os fabricantes dos venenos. Essa indústria movimentou US$ 7,1 bilhões, naquele ano. Relata o jornal: “O consumo cresceu no País, apesar de a área plantada ter encolhido 2%. A matéria ficou restrita ao ufanismo do agro-negócio e seus parceiros da indústria dos agrotóxicos: “Quanto mais avançado o sistema produtivo, maior o consumo de agrotóxico”. A queda nos preços dos venenos foi atribuída à crise americana, porém, na verdade, há um grande esforço nos EUA e Europa em reverter à utilização dos agrotóxicos – nocivos para a terra, nocivos para a saúde humana, poluentes do ar e da água. Quanto maior a sua utilização maior o comprometimento e dependência desse “avançado sistema produtivo” (monoculturas, agropecuária industrial, etc.).
No “Estadão/Planeta de 30.05.2010 a linguagem é outra: “Até agora, dos 14 produtos que deveriam ser submetidos à avaliação, só houve uma decisão: a cihexatina, empregada na citricultura, será banida a partir de 2011. Até lá, seu uso é permitido só no Estado de São Paulo. Enquanto as decisões são proteladas, o uso de agrotóxicos sob suspeita de afetar a saúde aumenta. Um exemplo é o endossulfam, associado a problemas endócrinos. Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que o País importou 1,84 mil tonelada do produto em 2008. Ano passado, saltou para 2,37 mil t. "Estamos consumindo o lixo que outras nações rejeitam", resume a coordenadora do Sistema Nacional de Informação Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz, Rosany Bochner”. Irresponsabilidade associada corrupção e imposição do loobie dos venenos, empurrados goela abaixo dos brasileiros. Por isso o Brasil virou “o principal destino de produtos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai.”. Interessante notar que as duas indústrias mais sujas do mundo – dos agrotóxicos e das usinas nucleares – tiveram a guerra como parteiras. Foram criadas, inicialmente, como armas bélicas para destruir os inimigos. Seus inventores e herdeiros, então, passaram a divulgar idéias como “átomos para a paz” e “revolução verde” para impor ao mundo seus subprodutos. Sebastião Pinheiro, escritor e membro dos Ecojornalistas do Rio Grande do Sul lembra que “no final da guerra desenvolveram um mercado para esses produtos, que passaram a estar ao alcance do agricultor através do ensino, propaganda, experimentação e até mesmo uma necessidade forjada”. Quais os malefícios dos venenos agrotóxicos? Pinheiro responde: “Qualquer ser vivo ou ser intoxicado pode receber alta médica, mas não está curado. Não existe cura para o impacto de um agrotóxico. A pessoa carregará seqüelas durante toda a sua vida”. Relaciona: Esses malefícios, dos quais se desconhece a dimensão completa, vão desde câncer, morte por infecção aguda, hipetensão, leucemia e uma série de seqüelas. O maior problema que os cientistas estão descobrindo hoje é um fenômeno chamado alteração hormonal ou disrupção endócrina. A alteração hormonal, regulando um hormônio para mais ou para menos está alterando todos os seres vivos e isso é gravíssimo... “O agrotóxico tem impactos negativos muito graves e só iremos conhecer todos os malefícios de 3 a 5 gerações após deixarmos de utilizá-los”. Outra informação: “A Academia Nacional de Ciências dos EUA”, em 1987, determinou que fosse buscada uma nova agricultura, “livre de venenos” – mas o Brasil continua a avançar na contra-mão da História! Na lógica profana dos fabricantes de venenos os insetos que enriquecem a terra precisam de inseticidas, para serem eliminados e as plantas que adubam o solo, devem ser eliminadas com herbicidas porque são “pragas” – esse artificialismo interesseiro aprofunda a dependência dos venenos e adubos químicos da mesma forma que um viciado em drogas precisa aumentar a dose para obter o mesmo efeito. Outra falácia: “Diziam que os trangênicos iriam reduzir o uso dos venenos – porém em 23 milhões de hectares de soja transgênica foram aplicados algo como 530 mil toneladas de venenos, isto é, cerca de 23 litros por hectare cultivado” Assim a ditadura dos venenos atinge patamares de lucro nunca vistos – avançando sobre a terra sadia, biomas, florestas e os mananciais de água potável, pois sua lógica é o lucro a qualquer custo ambiental. Não é a toa que o olho gordo de dezenas de industrias de venenos da Ásia esteve no Brasil, promovendo a “China-Brazil AgroChemShow”. Dados da OMS – Organização Mundial de Saúde – informam que são registrados no mundo cerca de três milhões de intoxicações agudas por ano, num total de 220 mil óbitos oficiais. Esses dados não levam em conta as doenças crônicas e casos não notificados que, segundo a médica Luciana Nussbaumer, pode ser o dobro do total notificado. Para a OMS para cada caso de intoxicação registrado existiriam outros 50 casos que não são registrados. O Dr. Francisco Roberto Caporal, engenheiro agrônomo afirma: “Comemos e não sabemos o que comemos. A realidade em que vivemos (especialmente quando se denuncia o contrabando de venenos e registro e uso no Brasil de pesticidas já proibidos em seus países de origem, além do uso indiscriminado e abusivo de agrotóxicos) justifica uma luta dos consumidores em favor de uma transição agroecológica. Temos que lutar por uma agricultura limpa, ecológica, capaz de pouco a pouco, eliminar o modelo de agricultura agroquímica ainda dominante, de modo a construir processos produtivos capazes de reduzir os danos ao meio ambiente e à saúde e de produzir alimentos sadios para todos. E isto é possível como já demonstram milhares de agricultores e agricultoras espalhados por todos os recantos deste País. Parece que chegou a hora dos consumidores conscientes fazerem a sua parte”. Milhares de cidadãos, moradores em cidades cercadas por latifúndios da monocultura, além de comerem veneno na comida são obrigadas a respirar o veneno espalhado de aviões sobre as plantações, que avançam sob a ação do vento sobre suas habitações – com resíduos acumulando-se nos córregos, nos poços de água potável, nos rios e na água da chuva. Quais as conseqüências dessa exposição? O Dr. Wanderlei Antonio Pignati – Médico e professor da UFMT – Universidade Federal do Mato Grosso responde: “Intoxicações agudas e crônicas, má formação fetal e mulheres gestantes, neoplasia (que causa câncer), distúrbios endócrinos (na tiróide, suprarrenal e alguns diabetes, distúrbios neurológicos e respiratórios. Nos lagos e lagoas acontece a extinção de várias espécies de animais, como peixes, anfíbios e répteis, por conta das modificações do ambiente por essas substâncias químicas. Os sedimentos ficam no fundo e servem de alimentos para a fauna aquática, causando impacto em toda a biota em cima da terra”. Pignati informa que dados detectaram que “nas 3 regiões do Mato Grosso onde mais se produz soja, milho e algodão há uma incidência 3 vezes maior de intoxicação aguda por agrotóxicos, comparando com outras 12 regiões que produzem menos e usam menos agrotóxicos. Analizando por regiões o sistema de notificação de intoxicação aguda da Secretaria Municipal, Estadual e do Ministério da Saúde, percebemos que onde a produção é maior, há mais casos de intoxicação aguda, como diarréia, vômitos, desmaios mortes, dustúrbios cardíacos e pulmonares, além de doença subcrônicas que aparecem um mês ou dois depois da exposição, de tipo neurológico e psiquiátricos, como depressão. Há grotóxicos que causam irritação ocular e auditiva. Outros causam lesão neurológica, com hemiplegia, neurite da coluna neurológica cervical. Além disso, essas regiões que produzem mais soja, milho e algodão apresentam incidência duas vezes maior de câncer em crianças e adultos e malformação em recém nascidos do que nas outras regiões que produzem menos e usam menos agrotóxicos”. Diagnosticamos, nesses dados e relatos, um modelo perverso e agravante, que expõe a população, com desprezo à cidadania e à dignidade humana, que precisa ser criteriosamente avaliado pelo governo federal, de forma responsável e multidisciplinar, criando mecanismos legais em busca de um novo modelo, capaz de preservar o meio ambiente salutar para a sobrevivência. O ufanismo dos números deve dar lugar a uma reflexão ativa e tomada de decisão racional – pois o aparente lucro imediato vem gerando impactos nocivos para a saúde de dezenas de milhões de brasileiros que poderão ser agravados se persistir a visão de que o Brasil é terra de ninguém e onde cada um faz o que quer, de forma predatória, mesquinha, irresponsável e criminosa. Todos almejamos um progresso que realmente valorize quem produz e quem trabalha – porém esse modelo baseado em insumos químicos venenosos, gerado em função de estratégia de guerra e imposto, contra toda a inteligência cientifica, precisa ser revertido antes que seja tarde de mais, especialmente com relação as próximas gerações de brasileirinhos. (José J. de Azevedo, 20.06.2011)
Bibliografia: PINHEIRO, Sebastião ( http://www.ecoagencia.com.br/) PACHECO, Paula (http://www.estadao.com.br/) ROSA, Gilneida - Bioética, Agrotóxicos e Saúde (http://www.ceedo.com.br/) CAPORAL, Dr. Francisco Roberto (http://www.vivapernambuco.com.br/) PIGNATI, Dr. Wanderlei Antonio - Médico e Professor da UFM – Universidade Federal do Mato Grosso (http://cpte.org.br/) Postado por ONGURI (http://onguri.blogspot.com/)
Parece que o caso de Fukushima é muito mais grave do que Tchernobil - pois milhares de toneladas(!) de água estão contaminadas com o Césio-137*. Apenas uma pequena pastilha matou, direta ou indiretamente, dezenas de pessoas, no caso de Goiânia - quando manipulada. Foi necessário constuir uma gigantesca fortaleza para isolar materiais radioativados perigosamente letais. Em Fukushima o mar foi contaminado em quantas centenas de milhares de toneladas de água? Quem se resposabiliza: a indústria que vende os reatores atômicos? O governo, que não fiscalizou rigorosamente? A empresa que foi irresponsável? A radiação provocada por vazamentos como esses são os mais nocivos para o meio ambiente pois ficam centenas, milhares - e alguns até milhões de anos em atividade! A nossa civilização precisa repensar seu modo de vida no planeta - sem auto-sustentabilidade existirá que tipo de futuro para as gerações que virão? Parece que a maioria dos que falam e escrevem à opinião pública está muito cautelosa, até timida, ao escrever e opinar sobre o trágico acidente de Fukushima - e suas consequências. Parece que o enfoque maior fica na variação de ações no mercado! Quem é que fala dos prejuízos ambientais? Quem fala do efeito cumulativo de vazamentos em várias partes do planeta? Quem fala sobre a quantidade de água utilizada no resfriamento de reatores e sobre o armazenamento seguro de toneladas de rejeitos radiativos, em grande parte do planeta? A ciência está preparada para prever o que acontecerá daqui há mil anos na conformação do planeta? Quais as medidas de segurança para armazenar de forma segura elementos radiativos do Urânio - que tem "meia-vida" contabilizados em milhões ... e até bilhões de anos em atividade? O silencio de quem sabia agravou o número de vitimas, nos holocaustos nazistas e em outros genocidios contra crianças e inocentes - como acontece com centenas de milhares de cristãos, HOJE, em países de intolerância islâmica. Isso não parece ser notícia para a Globo e outras redes que preferem o "politicamente correto". O mundo precisa acordar em busca de um estilo de vida sustentável capaz de conviver com a terra, o ar e a água, bem como ao direito de autodeterminação pessoal e liberdade para vivenciar sua fé e expressar seu pensamento - os bens mais preciosos para a vida - que é, afinal de contas, o que tem mais importância. Pensem no futuro de seus filhos, netos, bisnetos. Sejamos os sábios em busca solidária de alternativas realmente civilizadas - pois à reboque de interesses corporativos que futuro teremos? (José J. de Azevedo)
*"Descoberto em 1860, por Kirchhoff e Bunsen, o elemento químico césio tem número atômico 55 e seus isótopos mais relevantes são o 133 e o radiativo 137. Assim, o césio-137 é um radioisótopo do césio que tem em seu núcleo 55 prótons e 82 nêutrons.Sua meia-vida, o tempo necessário para que sua atividade radiativa caia pela metade, é de trinta anos e, conforme se desintegra pela emissão radiativa, forma Bário-137. Na natureza apresenta-se como um metal alcalino, mas pode ser obtido da fissão nuclear do urânio ou plutônio.Materiais radiativos como césio 137 emitem radiações ionizantes, feixes de partículas ou de ondas eletromagnéticas capazes de atravessar corpos sólidos, afetando durante o trajeto suas estruturas atômicas. Radiações ionizantes de alta intensidade podem provocar lesões nas células e tecidos vivos, causando uma série de efeitos nocivos que caracterizam o chamado envenenamento por radiação" (Luiz Molina Luz-Professor Mestre em Química).
Observação - Este artigo foi postado primeiramente num site da Internet. Não sabemos será será publicado ou, como em outras, vezes, será censurado. Geralmente os comentários publicados são caracterizados pela falta de informação, apesar de bem-intencionados. Abaixo o artigo originalmente da Agência Estado, e republicado em outro site de noticias, que manteremos em sigilo:
Referente a: Japão começa a retirar água radioativa de usina nuclear Por Gabriel Bueno Agência Estado – 2 horas 59 minutos atrás
Trabalhadores começaram hoje a retirar água altamente radioativa que vazava diretamente de um reator danificado na usina nuclear Daiichi, em Fukushima, no Japão. Trata-se de um importante passo para se evitar mais contaminações na água do mar da região e acelerar o processo de estabilização dos reatores. A água contaminada está no porão do prédio onde fica o reator número 2. Há 25 mil toneladas dessa água, segundo a proprietária da usina, a companhia Tokyo Electric Power (Tepco). A área foi alagada inicialmente pelo tsunami de 11 de março, que ocorreu após um terremoto no mesmo dia. Mais água foi lançada nas estruturas para resfriar o reator, quando se bombeou 168 toneladas de água fria por dia. Acredita-se que muito dessa água deve ter absorvido radiação e então vazado por meio da piscina de supressão até o piso da unidade onde fica o reator. A câmara de supressão, que em geral guarda água para resfriar o reator, foi bastante danificada por uma explosão de hidrogênio ocorrida em 15 de março. A radiação da água foi medida em 13 milhões de becquerels de iodo-131 por centímetro cúbico, 300 milhões de vezes acima do limite legal, e 3 milhões de becquerels de césio-137 por centímetro cúbico, o que é 30 milhões de vezes superior ao limite. Parte da água vazou para o oceano, aumentando a radiação em uma área de entre 15 e 20 quilômetros da costa. De acordo com o plano, 10 mil toneladas de água serão removidas de um tanque de estocagem nos próximos 20 dias. Simultaneamente, começará o trabalho para se construir uma nova estrutura de processamento que irá destilar o sal e substâncias radioativas da água contaminada. A construção deve levar pelo menos dois meses, e assim mais da metade das 25 mil toneladas precisará ficar mais tempo no prédio do reator 2. "Nosso foco, no momento, será na prevenção de vazamentos de água radioativa no oceano", disse Hidehiko Nishiyama, porta-voz e vice-diretor-geral da Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão. Mais cedo neste mês, trabalhadores lançaram 10 mil toneladas de água pouco radioativa no oceano, a fim de obter espaço para guardar a água mais radioativa. Países vizinhos, como Coreia do Sul e China, reclamaram da ação de Tóquio, bem como pescadores da região. Segundo Nishiyama, porém, isso não se repetirá. Quatro dos seis sistemas de refrigeração dos reatores da usina Daiichi pararam de funcionar em 11 de março, causando problemas de superaquecimento nas unidades 1, 2 e 3. Agora, a Tepco e o governo trabalham com um cronograma para resolver a situação em entre seis e nove meses. Hoje, a agência nuclear japonesa informou que a francesa Areva estabelecerá um processo de tratamento para lidar com a água mais contaminada da usina. Nas últimas três semanas, especialistas da Areva estão em Fukushima para ajudar a lidar com a crise. As informações são da Dow Jones. Chefe da ONU pede "nova reflexão global" sobre segurança nuclear terça-feira, 19 de abril de 2011 12:36
“Os ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade. Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América. O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual. No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-discriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem. Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a conseqüência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos. Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais. Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer. Mesmo a “neutralidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares. A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação. Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humana. Não se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade. Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional. Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. Nos campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica. Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático: uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável. Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”. Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos. Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados. A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria. Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”. A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições. Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência. A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias? Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente. A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista. Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana”. Artigo originalmente publicado na revista The American Enterprise.
"A perda de consciência em nosso mundo provém, fundamentalmente, da perda do instinto e tem sua razão de ser no desenvolvimento mental da humanidade ao longo das eras passadas. Quanto mais o homem conseguiu dominar a natureza, mais lhe subiu à cabeça o orgulho de seu saber e poder, e mais profundo o seu desprezo por tudo que é apenas natural e casual". (C.G.Jung - "Presente e Futuro").
DDs.Senhores Deputados Federais.
Os senhores foram eleitos pelos milhões de brasileiros para os bem representar, de forma ética, honesta, digna e misericordiosa. Mais do que qualquer organização, partidária ou empresarial, vocês representam gente de carne e osso - com alma e a dignidade que a Vida lhes concede. Ao votar leis e tomar decisões quanto o seu teor, devem pensar na repercussão das mesmas, tanto para com o ser humano, como para o meio ambiente natural. O texto assima, escrito por um sábio, fundador da psicanálise, juntamente com Freud, alerta a humanidade para o grave perigo de trocar a paz da consciência pelo interesse, o lucro, a ganância. Vivemos numa sociedade agressiva, violenta e injustiça - um sistema perverso que avança sobre os ultimos recursos naturais do planeta com gana insana, gerando desequilibrio ambiental e suas consequencias. Os povos primitivos do Brasil e de outros continentes são cada vez mais ameaçados. Centenas de milhões de seres humanos foram sacrificados no altar do lucro ganancioso e predatório. Muitos milhares de espécies - muitas não conhecidas ainda pela ciência, foram destruidas pelo avanço criminoso sobre mananciais de biodiversidade. Os cientistas vêm alertando para os graves riscos de futuras catástrofes. Nossa consciência não pode submeter-se aos "donos do mundo" que em sua mútua concorrência, disputam os recursos que pertencem à VIDA e as gerações humanas. "De que vale ganhar o mundo e perder a alma?" Há projetos que nasceram de cima para baixo, que querem impor à sociedade através de loobies de interesse - votar a favor deles é trair a consciência e negar à vida o seu direito a sobrevivência, seja nas florestas como nos campos e cidades. Por favor, vocês foram eleitos para legislar em favor da VIDA e não da morte! Neguem-se a ser joguete para grandes corporações cujos interesses reside em trasformar tudo em numeros virtuais, deixando um rastro de destruição. Grandes desertos são o que resta de impérios, seja na África, como na Europa e Oriente Médio. Sejamos sábios para forjar um Brasil que seja exemplo para o mundo pelo respeito à vida e eleição da diversidade. Por favor, lembrem-se dos pequenos meninos índios e dos recursos que realmente trazem bem-estar e beneficiam a vida na terra: as florestas que geram mananciais de água límpida; os micro ambientes que garantem a sobrevivência das espécieies, seja no subsolo, como na terra, no céu e nos oceanos. Não temos que seguir aqueles países que destruiram seu meio ambiente e agora, para manter um estilo de vida de vanglórias e futilidades quem impor sua vontade sovina a esses mananciais cujo valor transcende ao dinheiro - pois estão à serviço da VIDA. Nós brasileiros, que amamos a todas as raças e espécies vegetais e animais e que sabemos da importância do Congresso e da Democracia Representativa, rogamos que Deus lhes dê sabedoria e hombridade para votar com a consciência limpa do dever cumprido.
José J. de Azevedo / Jornalista.
PROTEJAM O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO - Por exemplo! Ele tem garantido a sobrevivência de centenas de povos indigenas e a mais fantástica rede de biomas e biodiversidade do planeta!
Para podermos identificar o próximo – além das fronteiras do nosso lar – é preciso sensibilidade e discernimento – capacidade de sentir e entender. Em segundo lugar, é necessário ter senso de responsabilidade e de oportunidade. Responsabilidade é responder conforme o desafio proposto. Oportunidade diz respeito ao fato de que Deus nos aproxima do nosso próximo. Quem é o meu próximo?
01. A ATITUDE DO SACERDOTE
A religiosidade pode levar o essencial para a periferia e o que é mais importante para o terceiro lugar. Essa é uma característica lamentável de grande parte das religiões e dos religiosos, em nosso tempo. Ao ser questionado por um intérprete da lei Jesus respondeu a sua pergunta: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Jesus respondeu com outra pergunta: Que está escrito na lei, como interpretas? O interprete respondeu: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento, e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Quem é o meu próximo? Perguntou o interprete da lei. Jesus, então falou sobre a atitude de três pessoas que tiveram oportunidade de reconhecer e dignificar o seu próximo. O sacerdote ocupava o papel principal na vida religiosa de Israel: Ele oficiava o culto, intermediava os sacrifícios do povo; intercedia por ele e devia ser padrão de santidade. Arão, por exemplo, carregava os nomes das 12 tribos de Israel escritos em suas vestes litúrgicas, para apresentá-las diante de Deus. Jesus coloca um sacerdote em sua história: "Casualmente, descia um sacerdote por aquele mesmo caminho e, vendo-o, passou de largo".
02. A ATITUDE DO LEVITA
Historicamente s levitas descendiam de Levi e ocupavam o segundo lugar, depois dos sacerdotes, na hierarquia da autoridade religiosa de Israel. Durante o Êxodo eram os levitas que protegiam e levavam a arca da aliança. Eles deviam cuidar do tabernáculo e zelar pelos serviços litúrgicos. Davi os incumbiu da música litúrgica. Por isso, até hoje, os músicos costumam ser chamados de "levitas", nas igrejas. Jesus colocou também um levita em sua história: "Semelhantemente, um levita descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo". Seu papel era, pois, relevante: "Os levitas se acamparão ao redor do tabernaculo do testemunho, para que não haja ira sobre a congregação dos filhos de Israel; pelo que os levitas tomarão a si o cuidar do tabernáculo do Testemunho" (Números 1.53).
03. A ATITUDE DO SAMARITANO
"Espinha dorsal da idolatria"! Eis como um escritor definiu Samaria. Em seu tempo áureo foi uma cidade soberba. Nela os profetas de Baal desencaminharam a Israel. Mais tarde caiu nas mãos da Assíria, que "removeu os moradores da cidade e a repovoou com gente de outros países conquistados". No regresso dos Israelitas do exílio babilônico, esses samaritanos se opuseram à reconstrução de Jerusalém. A hostilidade que havia entre judeus e samaritanos era grande e continuou a existir até a época do Novo Testamento.
Nesse período os samaritanos criam em Deus e baseavam sua fé apenas no Pentateuco (cinco primeiros livros do AT) e isso favorecia o conflito religioso com os judeus ortodoxos que tinham sua capital em Jerusalém. Conforme 2 Reis 17.24, o rei da Assíria trouxe gente da Babilônia e de outros lugares para colonizar a região onde viviam – gerando um povo mestiço, com um pouco de sangue hebreu. Quando Jesus pregou para a mulher samaritana, na beira do poço, em Samaria, ela converteu-se e anunciou a Jesus em toda a cidade e muitos samaritanos se converteram. Jesus, pois, utiliza o menosprezo de Israel aos samaritanos para exemplificar a redenção que Deus opera na vida de seus escolhidos: Jesus, pois, incluiu um samaritano em sua história: "Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele. E, chegando-se, pensou-lhes os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele.
No dia seguinte, tirou dois denários (salário de um dia de trabalho) e os entregou ao hospedeiro, dizendo: Cuida deste homem, e, se alguma coisa gastares a mais, eu to indenizarei quando voltar". Esse homem revelou sua fé com uma atitude coerente com o que conhecia da Bíblia da época. Os outros, apesar de serem ávidos leitores de "Moisés e os profetas" se revelaram incapazes de colocar em prática. Sua religião era litúrgica e mental. Jesus ensinava o caminho para uma vida espiritual prática e capaz de transformar o coração humano, dando-lhe calor, vigor e visão. Jesus questionou o interprete da lei: "Qual destes três lhe parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?" Ele respondeu: "O que usou de misericórdia para com ele". Jesus: "Vai, procede tu de igual modo!" Não somos salvos em função de nossas boas obras, porém nossas boas obras revelam que somos salvos. Quem é o meu próximo? (José J. de. Azevedo, 13.2.2011)